Ao além virá o longe do que está provir.
Encerro aquém o que vai por monge do que está por fim.
Não te percas Simone em mim, aquando te já desapareceste por muito tempo.
Porventura, pálida e plácida quiseres reconhecer a felicidade e o amor,
Te recorda que os deuses são os teus anjos e guias, na felicidade e no desprazer,
No silêncio abutre da careta ou da solidão.
Nota: Termino estas palavras como quem canta por fado, mas sempre em alegria da construção, e o fim do ego pela cópia de mim, ao fim da careta, e esse bem tão odiado e desaparecido no talvez sob as trevas do conhecimento, a tua vez. – Este texto é dedicado à componente da Comédia na arte Poética de Aristóteles.
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