Destaca-se uma desmarcação em parâmetros que sucumbem a realidade que denotam as estrelas de televisão do futuro em relação ao seu público-alvo. Uma impressionante introspecção copiada nos depara em confronto com uma plasticidade que se pretende manter eterna, não alternando riscos mediante qualquer que seja a consequência.
O risco é uma consequência alternativa do mediatismo. A eternidade é a sua percepção ilusória como esta categoria desfasada de humanismo. É um combate de confrontação o enfrentar destes horrores obscenos de perversidade. A beleza portuguesa é uma categoria múltipla, e uma vez desfasada, inexistente. A pintura e a maquilhagem são as suas distorções espelhadas ainda mais bizarras de um percepcionismo turvo. O tentar combater um provincianismo latente entranhado numa latinidade transparente que é a rudeza das mãos, o grosso modo de um corpo que baila, carecendo de ser selvagem.
A violência nórdica dos tempos antigos não se compara a tal corromper de feitio mental, a sua elevação está na inteligência que se embeleza a sobrevivência com arte. A estética de seus parâmetros é um assumir do que verdadeiramente eles são. Nós, os portugueses, não somos nada, nunca quisermos ser nada. As únicas consolações que quisemos foram o aplauso ao nosso esforço por uma inactividade que se manifesta em preservar constante. Sem trabalho ao nada, se produz. Foi uma bênção de água benta a queda do império romano com tal “ira” (pois Ele não se revolta) de Deus. Belos patamares bíblicos a sua semântica literal sem deuses nem cleros que prevalecem.
Relembro origens para me amar em hegemonias de heteronímias sem fim, que caiem e descaem sob objectos sem patamar futuro para mim, onde relembro a minha árvore genealógica com o saudosismo aprazível que define o meu povo, sem vergonha.
Nostalgia errante este patamar de transformação em querer mudar tudo, destruindo, não prevalecendo categorias que nos servem de suporte e sustento para uma evolução tecnológica de prevalência e preservação de uma qualidade de classe que define a raça humana, no seu sustento para com a saúde, a verdadeira norma da sua qualidade de vida, – o conforto.
O prazer é assim denota para o poeta que vê mais além do que um filósofo ou um crítico analítico, comentador, líder de opinião ou equipa de qualquer área; – porque sente! Vive em prevalência e condescendência com o seu verdadeiro ser que, esse sim será sempre eternamente desconhecido, porque permanentemente em mutação.
Nem todos conseguimos ser poetas naquela verosimilhança que propaga o discurso na terra dos cegos, ou dos desconhecidos, porque uma maior dádiva é aquela a qual o deboche é em mesmo grau para se estabelecer o equilíbrio, de forma a clarear a plenitude de toda a sua essência, beleza, e grandeza.
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