domingo, 7 de fevereiro de 2010
...Doutora!
A atracção do amor patológico
Como a ascensão à interpelação divina.
Os líquidos fluem na atracção do pensamento,
Os corpos se unem como um deslizar atractivo
Mitológico de desespero que é o desejo
Com a vibração errante da harmonia
Na elevação máxima da união de duas almas
Pela beleza da configuração estética imperfeita
Do corpo e de espírito:
O todo na sua constante contrariedade e oposição
No equilíbrio perfeito da completude.
Sinto repugnância pelo desejo
Por um valor moral da utopia
Que é também desejo, sexo, e amor,
E partilha, e alegria, e euforia, e felicidade.
Sem a vibração intelectual
A rendição é estupefacta e petrificada
E a frustrada infelicidade do drama de vítima
Fragiliza as pessoas, cognominadas após de verificado e observado
Pela obscura análise ilusória do estudo, como doentes.
A existência institucionaliza um percurso social
De desenvolvimento e cura do espírito humano
Fundamentalizado pela salvação de rendição e perdão pelos pecados
Que são incutidos pela nascença
E nunca incutido pelas "outras vidas" ininteligíveis.
Se assim fosse,
Porque seriam elas ininteligíveis?
O desafio da provocação é unitariamente antropológico,
Assim como a empatia pela amizade, a decepção, o descontrolo,
A raiva, o ódio,
As pulsões.
Elas são orgânicas.
O inorgânico as completa,
E esse na incompletude é equilibrado.
A percepção que toma a iniciativa de completar uma escolha
É concluída inevitavelmente na essência,
Em que a sua análise retoma a origem nessa reflexão
E as deambulações se constituem nessa atitude forte
Pela diversidade furtiva e recheada de circunstâncias.
A fuga dessa origem que dá lugar à dúvida
É interpelada pela distância de finalidade das harmonias de força
E por parte nos toma em confrontação pela rejeição ao sofrimento,
Recalcada por situações passadas,
Aquando também da escolha trespassa um envolvimento
E evolução da libertação da estigmatização do ser
Na ampliação de crescimento e aprendizagem
Às forças homogéneas legitimamente levadas.
Estas forças são todo o raciocínio básico e único que teremos de tomar
Sobre a mecânica do universo.
Tudo (todo o resto),
Nas nossas limitações de interpretação,
É magia.
O Poder é essência,
E não coisas.
O tempo, é a sua divergência de equilíbrio!
Ah...! - A homogenia não mal interpretada!
O hermafroditismo dos filósofos!
Que prazer de Kant!
Que satisfação realizada!
Que fome saciada!
Amo-te!
Amo-te na frieza do amor que significa esta palavra
Escrita (escrevendo-a) em português
Em todo o seu carinho de agarro e apego indescritível
Tornando-se por vezes insuportável e silêncio
De não se atingir a completude do vazio por causa do ego
Devido a vivermos esta parte do hostil de imperfeições
E por vezes inseguranças
Na dessincronização do encontro
Com o apelo gritante de conhecimento.
Será que não existes?
Não podes existir na minha vibração energética
Seres dignificada demais para a minha essência?
E a pequena passagem de encontro
Ser o cumprimento de dois guerreiros de Deus
Que submete a semi-divindade para reencarnar
E salvar a humanidade
Simbolizando, exemplificando e representando
O amor, a bondade e a omnipotência do criador?
Mas que o local das nossas circunstâncias missionárias
Representadas nas nossas educações
Serem em locais diferentes
E somente na outra vibração
Podermos nos libertar dos dogmas e dos tabus
Da putrificada constituição da matéria biológica humana em composição?
Então porque regressará o homem à essência da transparência da brancura,
O trespassar por filtro, a aura, a alma,
Ao espírito?
É porque desta vez será perceptível
E poder-nos-emos ver
Sem a superstição mística medonha e competência da ignorância do espiritismo,
E é por isso desta forma que é eterno o meu amor por ti,
Medonha essência de outra pessoa,
Alma gémea do outro e mesmo sexo,
Minha dualidade,
Minha quadratura,
Minha capacidade,
Minha habilidade,
Meu sonho, minha arte, meu género,
Minha diferença,
Meu tudo!»
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O Café.
«Tomar um café
É um acto espiritual!
Não só um acto espiritual,
Como um acto divino!
Digo isto enquanto o faço.
Deixa-se contemplar a exaltação do nosso corpo,
E a exactidão de um momento psicológico
Em que o seu movimento de resultado,
Seja em que circunstância da disposição for,
É sempre o mesmo estado de espírito.
A cena obriga,
Como todas as coisas as quais a lei da vida manda,
Uma paciência de calma estéril,
Uma sensação do estado profundo neutro,
A mente em ascensão ao vazio,
E apagado ao julgamento:
A união entre o bem e o mal.
O pensamento eleva-se a uma outra dimensão
Indescritível de organização aleatória que recebe
As vibrações metafísicas de um templo complexo desconhecido
Que o homem racionaliza.
Assim o percepciona no cume do universo que é todo dele.
Encena um estímulo de preocupação para se importar com o caso
No objectivo de formular um efeito experimental.
E aí formula um julgamento ou uma opinião,
Mas estes nunca têm nada a ver com o café.
O café é sempre a mesma coisa,
Mas sempre diferente.
A união entre o bem e o mal.
E assim de seguida entra a labareda da locomoção
Onde o espírito encarna um sentido de emoção
E toda a ordem encarna a sua total filosofia caótica
Num termo inteligibilidade divina
De rota em fumo circular,
Representação simbólica da mecânica do universo
Onde o antropólogo se apercebe do seu lugar
(A insignificância do seu tamanho)
Acomodando-se no entendimento da sua existência,
Afligindo-se que o seu conhecimento é apenas uma galáxia
Que não consegue tocar,
Numa empatia pela melancolia,
Porque a consegue sentir.
A união entre o bem e o mal.
No usufruto desta iluminação,
Goza o vibrato de sua individualidade
Reparando nos seus defeitos
Relatando por arrogância sem vaidade a sua preocupação
E daí descobre a realidade.
Atinge então o seu definir
Que não é nada mais do que vazio,
O adimplemento completo no âmago do todo,
Não acreditando nele,
Sendo absoluta, simples e unicamente
Toda a sua essência física e material
Da personalidade do seu próprio Eu mais profundo,
Da ligação do interior com o seu exterior das suas circunstâncias,
E da sua crença.
Na iluminação completa do sentido da sua existência,
Respondendo, satisfeito, à realidade que o seu caminho é único, em moral,
No que contribui a sua essência,
A união entre o bem e o mal.
Eternamente insatisfeito pelas limitações da sua essência e circunstâncias,
Retorna à agressividade da origem da sua natureza…»
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Irmão Capricórnio.
E os momentos de reflexão que foram concedidos ao meu irmão, Ligação à Terra! Os concedimentos do tamanho bem também do seu fim que o Clássico nos pode suportar como perda de inocência e mãos prontas para a luta da vida assim como as cordas estilhaçam os dedos em sangue que formulam o calo. Um fim último de bondade que se torna coberta e escondida por uma máscara onde reina o eterno menino belo por dentro que há em nós, mesmo que seja esquecido, deus grego da juventude, emoção de consentimento, paz, harmonia e calma, mas acima de tudo, inspiração e canalização criativa, de uma criatividade artística de definição sem fim em rigor e da omnipresença da matemática toda num homem só, e rigor rítmico.
Mozart abandonou o violino assim como Albinoni abandonou os seus irmãos, tudo pelo nome da Música, e assim O Grande Senhor desceu à Terra onde falou, ou melhor – cantou –, por Sua língua (como dizia o ficcional Salieri) aquela onde os homens podem escrever e falar por nós.
Em tristeza se proclama a subjectividade deste sentimento que também se manifesta em alegria, pelo nome da história, em razão à veneração erudita da contemplação do nome da memória, e o seu amor por ela que brota, nasce, morre, e renasce, dentro de nós.
E o seu nome não tem nome assim como o nome. Assim como os anjos. Assim como os anjos não têm sexo. Pois este é um anjo, perdido e esquecido excepto pelo tempo que não existe, ou o passado que não existe mais, ou o Futuro, ou como o Futuro, ou o Presente.
Momentos de reflexão causaram neste anjo Capricórnio a sua alma de esquecimento na psicologia do condicionalismo operante de um tema de um tempo viscoso para a sua limpeza material da ligação à terra necessária para a pureza do espírito que o seu caminho obrigava, e vejam hoje agora todos ele triunfante de matéria, e escondido de essência, vivendo até as malícias e a inveja para o agrado de quem ama.
Comunicações e ebulições atribuladas no Planeta de Mercúrio reiterando-se após para a escolha de Marte onde lá vive sempre com os seus seres estes que foi a família que escolheu.
Esta foi definitivamente a última escolha de sua nova casa que foi sempre a sua em conhecimento já antiga, apesar da ninharia diferenciação de um salto ou passo de local em Espaço e “paredes” (matéria) tão pequeno, pois o Sol é a sua vida, e todos estes são os regentes dos Grandes Homens que se esqueceram que são pequenos deuses, porque essa é a lei que Deus exige para se formular a rotação de Shiva no Universo, em prática, e Pragmatismo.
No entanto, há homens em que a sua luta divina e cristã é tentar não esquecer e trazer o apreço da diferença para o mundo, e isso é que é necessário e divino, altivo, elevado, de se respeitar, e esta é a divindade da união (universalidade) da Comunidade.
A partilha é o bem da acção da tonalidade (ou tom) maior! Aquele que alegra todo o caminho onde se processa o rotineiro ou a repetição da roda da fortuna em nossas vidas.
A razão não se concebe aos espíritos mais elevados, esta vai-se desenvolvendo e aperfeiçoando neles; a razão é eles! E eles podem ser tanto Carneiros, como Caranguejos, ou Touros.
Bem-vindo à tua casa do túnel da vida do esquecimento! Para após se retomar o ciclo e te relembrares outra vez, e disso, (não é um pedido), nunca te poderás esquecer! Esta é a definição do ensinamento que te quer revelar, nesta “Passagem”, o Amor!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A Solidão (Poemas Antigos - Part 3).
Aceitando dar amor a nós próprios,
Saberemos dar o mesmo aos outros nos seus propósitos ópios
E receber no maior esplendor da dádiva
A tão desejada recompensa.
De todos os estados de espírito
A que faz crescer mais é a dúvida
Ou aquilo que mais associarmos no condicionalismo clássico
Se for de conceito mau, foi apenas uma perspectiva entre muitas.
Deixar entrar as pessoas na nossa vida com a nossa aceitação
Digo-vos, para já, que deixa de existir essa acusável solidão
E passamos a ver a tão aclamada agradável e sensível calma realidade
Na qual a força do espírito persiste
E o nosso egocentrismo evolui para a tão consagrada paz de alma,
Essa é sem dúvida a verdadeira definição do meu título.
Não podemos ser egoístas na recompensa a receber.
Na Natureza é tudo o que leva a perder todos os nossos propósitos.
E se a vida não tivesse um mínimo propósito e conceito mistificado de liberdade
A felicidade não existia, porque fazermos o que queremos parte para ela.
E quem não é feliz?
A máquina de compaixão até no momento de se ser meretriz
Ou a miséria condenável e horrenda do destino
Que por conclusão na hora da morte processa todo um rebobinador que a mente revive:
Os melhores momentos de sua vida!
E compreende na ascensão aos deuses todo o motivo de sua sofrida.
E quem não quer ser feliz?
Na ascensão aos deuses compreende toda a sua função e papel absoluto,
A verdadeira razão de sua existência.
É um sonho não comprometido.
Não sei o que é a morte nem me interessa,
Mas sei o que é o medo e é daí que se processa.
Surge então a solidão
Que eu sei bem o que é quando assim ela aparece
Daí toda esta razão de meu desabafo concluído
A racionalização mística eterna de meu ser…
Sou feliz e tudo o que aqui se passa é certo.
Estou a aprender por tudo isso.
A meio me apanho numa completa percepção;
A limitação deste género fez-me falar-vos deste mito que é a solidão.
6 - Lacrimosa
Lacrimosa dies illa
Dia de lágrimas será aquele
qua resurget ex favilla
no qual os ressurgidos das cinzas
judicandus homo reus.
serão julgados como réus.
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Huic ergo parce, Deus
A este poupa, ó Deus
pie Jesu Domine
piedoso Senhor Jesus
Dona eis requiem, Amen.
Dá-lhes repouso. Amém.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A Impaciência Mistificada (Poemas Antigos - Parte 2).
«A emoção do sentimento amor percorreu-me hoje a alma.
Dá-me a razão, certezas e decisões a preencher com toda a calma.
Mas a impaciência faz parte de mim
Numa ambição de prazer e omnipotência sem fim.
O pior, eu considero (devido a ser impaciente),
É não ter a presença física oposta para lhe entregar,
Uma decisão efémera que apenas consigo agarrar,
Duma razão absurda estipulada na minha mente,
Devido a amor não ter, sinto isto frequentemente.
Mas este amor não é o sentimento.
É o oposto determinado que não existe,
Apenas no meu pensamento,
Só este existe a partir de um certo momento.
O encontro está próximo (eu o digo!!!!! Triste…).
Devido à impaciência do sentimento,
E um problema de crescimento,
Que faz do que é belo excremento
Devido à influência dos outros que não têm o mesmo que eu, que assiste.
A falta, faz-me identificar e reconhecer por alguém,
Ai, e a ilusão do ideal companheiro.
E a amizade que torna o conhecido em interesseiro.
Tudo da nossa cabeça doente
Em que acredita em tudo aquilo que mente
E vai pedir ajuda àquele que menos sente.
Por favor vamos olhar para nós antes de vermos aquilo que não tem ninguém.
Já vagueio demais por sentimentos que não são os meus.
Devido à influência, falo da dúvida dos outros como uma certeza minha
Em vez de olhar para mim – a minha reflexão,
Saber o que é que a minha anatomia biodegradada do tempo tem que certo dela destruir
Para algum conceito evoluir
E bem preencher,
Pode ser que no fim alguma coisa possa compreender.
O meu único material de trabalho para a única coisa do mundo que observo
– A limitação Humana que tanto desespero.
Pelo desejo de viajar; conhecer: atingir!
Saber o que pôs então Deus que desde a existência ele se diz tão verdade para sentir
E que me põe limitado a reflectir.
A eterna equação de teste de inteligência em experiência
Vagueio mais? Aprofundo mais? Que escrevo mais?
Porque o que falta não é o que é necessitado
Apenas o amor que, na maneira limitada de ver, tem de ser esperado…»
Confutatis maledictis
Condenados os malditos
flammis acribus addictis
e lançados às chamas devoradoras
voca me cum benedictis.
chama-me junto aos benditos.
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Oro supplex et acclinis
Oro, suplicante e prostrado
cor contritum quasi cinis
o coração contrito, quase em cinzas
gere curam mei finis.
tomai conta do meu fim.
domingo, 17 de janeiro de 2010
A Cidade de Romeu e Julieta (Poemas Antigos - Parte 1).
A música embala o ritual académico da melancolia,
O casal ocorre num olhar silencioso esasperado.
A ansiedade invade-me a alma de pressão,
Rápido é no tempo o seu nivel de emoção,
Num percurso intemporal de forma e de expressão.
O sentido e raciocino são de verosimilhança,
O romance é uma racionalidade oculta;
A experiência baseia-se em grupo,
Na individualidade de cada representação pura.
A mensagem é mística e dura,
A razão provém de uma intuição segura.
A memória e a lembrança são a satisfação realizada que perdura.
A vontade agora não interessa
- Está a ser a ser realizada!
O que virá estará sempre para vir:
A constante evolução!
A certeza é utópica,
Mas real e harmónica,
Só que não é o homem que a controla.
Precisa é da Natureza como o existir de uma sílaba tónica:
Um domínio de Deus,
Seja lá o que for,
De todo um compartimento de Eu’s.»
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Embranquecimento antropomórfico que rebata uma cor ilusória para a Realidade.

Robert Musil encara-nos no seu segundo volume d’ «O Homem Sem Qualidades» uma perspectiva alusiva em meados de 1920, um panorama futuro correctíssimo em analogia ao homem actual entre as suas credibilidades do racional científico matemático do místico.
Por tudo o que é concebido num período da Segunda Grande Guerra em consequência de outras anteriores afluentes no mundo do serviço militar, determina com provas intelectuais a sem menor dúvida do pergaminho óbvio logístico num grande ser espiritual que é (não espírita) do que pode ser resultado no mundo clássico do pensamento filosófico na ficção realista do romance.
Elimina a comprovação à ignorância de teorias da intriga e eleva ao patamar do confronto da dualidade com o hermafroditismo e o complexo de Édipo no caso masculino da nossa personagem principal (Ulrich) neste livro.
Divulga com desprezo pela sociedade no niilismo comum restrito às circunstâncias económicas e de poder político na revelação de práticas vigentes claras e evolutivas do Ser Humano controlado moralista e ético. Manifesta em alusão e contemplação à arte como “amigo da vida e da forma” na erudição estética em questão à “nova” tendência nesta área que se desenvolvia no seu tempo como definição a “acção”.
Contrapõe sob os desígnios de Deus, expressando-se o seu Ulrich como tal, a atitude subversiva e superior que apela e pela qual é criticada pelos seus companheiros de serviço na interveniência de desprezo a meios idiotas e fúteis num período de tédio (as confrarias que deram alusão aos seus leitores analíticos os supostos iniciais movimentos que resultam a Primeira Grande Guerra).
Não é um romance simples no que se destaca a teorias explicativas do que está a acontecer, para ser concreto no estudo da antropologia do verdadeiro comportamento humano de uma época em conhecido e estudo perfeitos de opinião que se distingue em facto.
Compadece essa superioridade de um dirigente que age aquando de todos contemplam a teoria desse agir na tentativa de eliminar esta prerrogativa, sendo sempre o indivíduo central naquilo que na minha última publicação denominei de homem desconhecido.
É simplista na abertura em apesar de tanta grandiosidade exposta habitual de um diplomata ser sensível às prioridades dos seus instintos naturais, muito mais sincero, verdadeiro, conhecido e sabedor da massa associativa populacional de um mercado quotidiano social estatal.
Mesmo com todo o potencial que possa o poder na mão do homem, este poderá continuar na alusão da sua falta, enquanto que a um iletrado o seu contrário. São estas as intermitências que se distinguem e se definem puras para a caracterização e, se quisermos, categorização de potencial para um social, de um espírito. As denominações de cor, quer por auras, quer por arrebatamentos profundos de sensações negativas de análise que se descrevem hipocritamente (e desesperadamente com a sensação de complexos de inferioridade) intelectuais e científicos, são a subjectividade da percepção que manifesta a psicologia e a física quântica na sua poética. Na sua alusão ao equilíbrio se determina o papel fundamental e único, como vital, no Sentido para a Existência, e daí a explicação lógica, racional e filosófica do termo “Acção” Estética.
Com um profundo recheio de contextualização se delícia ainda então a leitura de um Robert Musil. Não reiterando as obras arquitectónicas, os patamares de conhecimentos de cidades em diversos países que foram o centro das grandes atenções do mundo ocidental no final do século XIX e inicio do Século XX, sendo também o centro dos grandes pensamentos e descobertas pelos seres mais desprezíveis da sua época contemporâneos (não os judeus, mas sim os alemães) e hoje ainda assim “a história se repete”; o homem é lento em certas constituições globais as quais é influenciado no seu intimo, alguns incapazes de mudança pela força pessoal, por inexistência, não educação, ou aquilo que me atrevo a referir sem definição pela discordância parcial de mecânicas descritivas de um abismo fenomenal subjectivo e complexo que é a natureza humana e com grande distancia à etnográfica palavra de «maldade», no seu conceito dual básico e primordial de instintos que fundamentam as mais primitivas instuições do âmago infinito que se projecta parte consciente e que relativizamos como normas circunstanciais de vida do dia-a-dia.
A apelação à crítica e à definição semiótica de significado só poderá ser resumida através deste estado de paz que faz conquistar a razão apenas numa palavra: disciplina.
Quanto à exploração da interrogativa pela força deste espiritual (intelectual) pelo Ser, será ainda uma outra prerrogativa que será revogada enquanto a continuação do desenvolvimento da leitura deste livro.
